quarta-feira, 21 de outubro de 2026

 

 

O que tu conheces sobre a região Norte do país?

por Muximba

Talvez lembre daquele gritinho da Joelma “calypsoooo” ou o “treme, treme” de Gaby Amarantos. Talvez saiba que por aqui tem muita água e muita natureza viva ou que o peixe e o açaí não saem da mesa dos paraenses e amapaenses… Mas, talvez você não saiba que a segunda maior capital da região Norte, Belém do Pará, está no caminho para se tornar o primeiro polo de inteligência artificial da Amazônia – e isso também foi uma surpresa para quem mora no bairro do Barreiro, território que vai receber o data center BEL1, projetado pela empresa Elea Data Centers.


Eu cresci nas periferias de Macapá, capital do Amapá, no bairro Marabaixo. Lá, dividi meus dias com amigos da vizinhança, correndo pelas ruas lamacentas e me embalando em um som que é amado por uns, mas nem tanto por outros: o tecnobrega e as aparelhagens! Esse gênero musical, que mistura ritmos caribenhos e brasileiros, é uma invenção das periferias nortistas, que revolucionaram, utilizando o que tinham, para montar grandes paredões de som e movimentar comunidades de todos os cantos das regiões Norte e Nordeste com músicas eletrônicas, pirotecnias e mensagens de amor pela Amazônia. Mas o que isso tem a ver com um data center?


Eu te conto no podcast Big Problema, a primeira série em áudio criada pelos trainees da Agência Pública. Ao longo dos episódios, vamos conversar sobre como grandes empreendimentos afetam comunidades e periferias, em contraste com soluções locais que não recebem a mesma valorização. Eu, Muximba, estou te esperando no episódio 1 “Treme terra: um Data Center no território da aparelhagem”. 

Neste episódio, eu te convido para uma viagem: vamos partir de Macapá, onde a cultura das aparelhagens movimenta milhares de pessoas, e ir para Belém, cidade vizinha, do outro lado do rio Amazonas, para conhecer mais de perto as origens desse movimento cultural e entender o que está em jogo com a chegada do BEL1.


De um lado, temos as aparelhagens, estruturas de som criadas e desenvolvidas nas periferias, com equipamentos adaptados, conhecimento técnico compartilhado e muita criatividade. Do outro, um data center projetado para processar grandes volumes de dados e sustentar o avanço da inteligência artificial. Embora pareçam mundos distantes, os dois nos levam a uma mesma questão: quem tem o direito de ocupar o território e transformar a paisagem sonora, cultural e ambiental de uma cidade?


A aposta da Elea Data Centers na capital paraense levanta preocupações sobre o consumo de energia e água e os impactos ambientais do empreendimento. Mas tem outra questão que chama a atenção: o som. Enquanto as aparelhagens fazem tremer as periferias com seus paredões, graves e batidas por algumas horas, um data center também produz ruído – mas esse é 24 horas ininterruptas, com seus sistemas de refrigeração e equipamentos funcionando sem parar. Entre esses dois sons, só um precisou lutar contra estigmas e preconceitos para ganhar espaço: o que veio da periferia. No fundo, essa discussão é sobre o que pode ser considerado desenvolvimento tecnológico.


Te puxa, vem ouvir um pouquinho da realidade de quem está na pontinha do Brasil e descobrir que, talvez, aí perto de você tenha algo muito parecido acontecendo! 

Ouça agora o primeiro episódio!

Te espero no seu tocador de preferência!



Um abraço,


Muximba

Trainee da Agência Pública


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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Eleições no Pará 2026

Eleições no Pará: candidaturas do campo popular - indígenas, quilombolas, sem terra, LGBTQIA+, professores e outras 

 

 

Diz a lenda que ao longo de mais de 130 anos, somente um negro ocupou o cargo de presidente da República. O feito é creditado a Nilo Peçanha lá no começo do século XX.

Cumpre realçar, uma República entrecortada por golpes e tantas outras tentativas não exitosas, a exemplo da recente perpetrada pelo clã linha de frente do obscurantismo nacional entrincheirado na legenda PL.

Nestes poucos mais de cem anos, nenhum indígena sequer foi candidato ao cargo máximo do país, ao contrário do que ocorreu na Bolívia.

Tais indicadores dizem muito sobre os pilares que estruturam as arenas de poder do Brasil, um país estruturado a partir da concentração da terra e do monocultivo impulsionado a partir da escravização e voltado para o mercado externo. 

Não à toa, a bancada ruralista exerce protagonismo desde os anos de 1980, quando edificou a frente reacionária denominada de Centrão, hoje turbinada por outros setores, a exemplo de representantes de denominações religiosas e militares.   

Em síntese, uma República corroída pela chaga do privilégio, que o diga a postura de ojeriza de certo apresentador global contra o programa de tentativa de redistribuição de renda, o Bolsa Família.

Neste percurso, somente uma mulher logrou ocupar o cargo, Dilma Roussef, ardilosa e covardemente afastada pelos setores mais reacionários em um dos episódios mais bizarros da história do Congresso.

Ainda que tenhamos indígenas, quilombolas, extrativistas, sem terra, LGBTQIA+  a concorrer no presente pleito, ainda é um número pouco expressivo. E, concorrem em um ambiente marcado por abissais assimetrias.  Como diz um bordão antigo: é o combate do tostão contra o milhão.

Nem mesmo os partidos considerados como do campo popular sabem quem são os candidatos com este perfil. Em consulta às assessorias destes partidos no estado, um não respondeu e outro indicou uma consulta ao diretório nacional.

Contudo, no Pará há candidatos indígenas, quilombolas, extrativistas, sem terra,  LGBTQIA+, feminista, dirigente de religião de matriz africana, professores, sindicalistas e defensores dos direitos humanos.  Registraremos aqui alguns nomes e números de candidaturas que conseguimos acessar.

Para a presidência da República, o PSTU (16) lançou o professor de História, mestre em Educação e rapper Hertz Dias.

 


O militante do movimento negro é filho do Maranhão. No estado, agitou as fileiras do coletivo Quilombo Urbano e integrou os grupos Clã Nordestino e Gíria Vermelha.

Governadora

O mesmo partido lançou para o governo do Pará, uma terra dominada por inúmeras oligarquias, Well Macedo (16). A comunicóloga é uma mulher negra nascida em Belém. Possui curso superior incompleto. Já concorreu em outros pleitos.



Araceli (PSOL), governadora, 50. A ex deputada estadual é uma histórica militante do estado. Possui curso superior completo. Por décadas foi professora de História da rede pública do estado e do colégio da FAB (Força Aérea Brasileira), escola Tenente Rego Barros.



Senador

Professor Conti (PSOL), 500, senador. É professor universitário. Milita na região do Trombetas, conhecida mundialmente pela extração da bauxita em territórios quilombolas.





Deputado estadual

Pablo Neri (PT) -13700, deputado estadual.  É do MST do Pará. É LGBTQIA+. Milita no município de Parauapebas e região de Carajás. Possui curso superior completo e faz mestrado na Unifesspa. 



Mãe Wanda (PT) – 13600, deputada estadual. É uma mulher preta. É líder de cultos religiosos de matriz africana. É enfermeira. Possui ensino médio completo. Já disputou outros pleitos eleitorais chegando a ser suplente no Legislativo estadual.



Auricélia Arapiun (PSOL) – 50321, deputada estadual. É uma mulher indígena de Santarém. Possui curso superior incompleto. Por conta de sua militância na região em defesa dos povos indígenas e da Amazônia sofre constantes ameaças de morte.  O nome dela integra uma lista de 20 pessoas ameaçadas no PAE Lago Grande.



Vanuza Quilombola (REDE), 18789, deputada estadual. Quilombola de Abacatal, região metropolitana de Belém.  Possui curso superior completo. Milita na defesa do território ancestral em meio a um cenário de marcado pela aguda especulação imobiliária.



Professora Marinor (PSOL), 50555, deputada estadual. Filha de Alenquer, a professora possui curso superior completo e pós-graduação. É uma experimentada política do estado com um franco diálogo com o conjunto dos movimentos sociais.



Livia Duarte (PSOL), 50123, deputada estadual. A mulher negra concorre à reeleição. Duarte tem curso superior completo. Assim como Marinor, cultua diálogo com os movimentos sociais.



Bordalo (PT), 13130, deputado estadual. É educador popular. É  a voz solitária na defesa dos direitos humanos no Legislativo em um estado notabilizado mundialmente pela violação destes direitos. 


Maria do Carmo (PT), 13123, deputada estadual. Ex prefeita de Santarém. Foi jurista e promotora de justiça do estado. Concorre à reeleição.



Panzera (PC do B), 65123, deputado estadual.  Curso superior incompleto. Recentemente ocupou cargo na imprensa oficial do estado no setor de edição de livros, sendo responsável por importantes publicações.



Deputado federal

Biga (PT), 1324, deputado federal. É natural de Santarém. Possui curso médio completo. É vereador em segunda legislatura. É LGBTQIA+.



Airton Faleiro (PT), 1321, deputado federal. Foi trabalhador rural.  O veterano político exerce cargos legislativos (estadual e federal) desde 2014. O migrante do Sul do país colaborou com a formação e organização de sindicatos de trabalhadores rurais na região da Transamazônica e da BR 163 nos anos de 1980, junto com outros conterrâneos, a exemplo da família Ganzer.



Professor Portela (PSOL), 5060, deputado federal. É professor da UFOPA, onde preside o sindicato dos professores. O cientista político é um histórico militante na região do Baixo Amazonas, onde pesquisa sobre a exploração minerária.



Alessandra Munduruku (PT) – 1388, deputada federal.  A indígena mundialmente conhecida pela sua militância em defesa dos povos indígenas e da Amazônia.  Mora em uma aldeia no município de Itaituba, notório pela exploração de garimpos. Chegou a iniciar o curso de Direito na Ufopa. Concorre pela primeira vez em uma eleição.



Charles Alcantara (PT), 1369, deputado federal. É funcionário público e sindicalista do setor da receita estadual. Foi presidente do sindicato dos fiscais da receita em várias ocasiões. Notabilizou a instituições para além dos limites da categoria.



Vivi Reis (PSOL), 5050, deputado federal. Forjada nas fileiras do movimento estudantil possui curso superior completo. Estreou na disputa política em 2018, ficando na suplência como deputada federal. Atualmente é vereadora em Belém.


segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Assessora de Flávio Bolsonaro negociou emenda com condenado no caso Marielle, afirma revista

 ELEIÇÕES 2026

 

Segundo a revista piauí, diálogos mostram pedido de recursos feito por Robson Calixto, condenado por envolvimento no assassinato da vereadora; senador destinou R$ 199,9 mil a projeto esportivo na Taquara

sábado, 25 de julho de 2026

Disputa para vice de Hana Ghassan segue aberta e será definida nas convenções

 

ELEIÇÕES 

Diálogo entre as legendas continua, mas ainda não há decisão oficial

 
Blog Cé Dudu  Publicado em 24/07/2026 | às 20:01 |  Política






















As articulações em torno da candidatura de Hana Ghassan (MDB) ao Governo do Pará já movimentam os bastidores políticos e alimentam especulações sobre quem poderá ocupar a vaga de vice na chapa.

Nos últimos dias, diferentes nomes passaram a circular como possíveis escolhidos. Entre eles estão Dirceu ten Caten, do PT; Josué Paiva, do Avante; Samuel Câmara, do Republicanos; e Andreia Siqueira, do PSB. Todos representam partidos com presença política e participação nas discussões sobre a formação da aliança.

Apesar dos rumores, afirmar neste momento que Dirceu ten Caten (PT) será o vice de Hana Ghassan é pura especulação. O mesmo vale para as informações que apontam uma possível escolha de Josué Paiva (Avante), Samuel Câmara (Republicanos) ou Andreia Siqueira (PSB).

As conversas entre as legendas continuam, mas ainda não existe uma decisão oficial. A composição da chapa dependerá do diálogo entre os partidos, da construção de consensos e das estratégias definidas pela aliança para a disputa estadual.

O páreo, portanto, permanece aberto. A escolha definitiva será realizada e oficializada durante as convenções partidárias, que possuem poder e legitimidade para deliberar sobre as candidaturas e a composição da chapa que disputará o Governo do Pará.

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Dia do Amigo: vínculos afetivos reduzem o estresse e protegem a saúde mental


Psicóloga do CEJAM explica o papel das amizades como fator de proteção e por que a solidão merece atenção em todas as fases da vida

 


 

São Paulo, julho de 2026 - No Dia do Amigo, celebrado em 20 de julho, o debate sobre amizades ganha também uma dimensão de saúde pública. Além do valor afetivo, vínculos consistentes contribuem para reduzir o estresse, ampliar a sensação de segurança e fortalecer o bem-estar emocional ao longo da vida. Por outro lado, quando essas conexões enfraquecem, aumentam os riscos de isolamento, sintomas ansiosos, tristeza persistente e sensação de solidão. 

De acordo com Ligia Kaori Matsumoto, psicóloga do Hospital Dia M’Boi Mirim I, unidade da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP) gerenciada pelo CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, a amizade é entendida como um fator de proteção importante para a saúde física e mental. 

A seguir, a especialista responde às principais perguntas sobre o tema. 

Do ponto de vista da saúde, o que acontece quando uma pessoa tem vínculos de amizade sólidos? E o que muda quando esses vínculos faltam? 

A amizade funciona como um fator de proteção para a saúde física e mental. Um amigo é, literalmente, aquela pessoa com quem podemos contar. Ter boas amizades ajuda na percepção de segurança, confiança e na motivação para enfrentar os desafios do cotidiano. 

Quando esses vínculos faltam, há maior risco de depressão, sintomas ansiosos e sensação de solidão. Isso não significa que a ausência de amizade cause, por si só, um adoecimento, mas ela amplia a vulnerabilidade emocional e dificulta o enfrentamento de situações difíceis. 

Por que a amizade tem um peso tão grande na saúde e na longevidade? 

Porque nós, seres humanos, somos seres sociais. A nossa formação começa no contato com o outro e se constrói ao longo da vida, na família, na escola, no trabalho e no convívio em sociedade. 

A amizade exerce um papel importante nesse processo. Ela protege, transmite segurança, eleva a autoestima e fortalece o sentimento de pertencimento. Além disso, pode estar associada à liberação de neurotransmissores que favorecem a sensação de bem-estar. Por isso, não se trata apenas de uma relação afetiva, mas de um componente relevante da vida social e emocional. 

Como as amizades funcionam como um “amortecedor” diante do estresse? 

Diante de uma situação estressante, saber que existe alguém em quem se pode confiar é reconfortante e tranquilizador. Compartilhar dificuldades com um amigo não elimina o problema, mas muda a forma como ele é vivido. 

Esse suporte traz a sensação de cuidado, de estar em um lugar seguro e de não estar sozinho. Com isso, a sobrecarga emocional tende a diminuir, e o corpo também sente      menos os efeitos do estresse. Em períodos de maior pressão, ter uma rede de apoio faz diferença para atravessar os desafios com mais equilíbrio. 

Qual a diferença entre estar sozinho e sentir-se solitário? 

Estar sozinho é algo objetivo: não ter fisicamente uma companhia. Já sentir-se sozinho ou solitário é uma experiência subjetiva, emocional. 

É possível estar sozinho e se sentir pleno. Ao mesmo tempo, estar rodeado de pessoas e, ainda assim, se perceber só. Por isso, a solidão não depende apenas da presença ou ausência de companhia, mas da qualidade dos vínculos e da forma como a pessoa se sente em relação a eles. 

Por que é tão difícil fazer e manter amizades na vida adulta? 

Na vida adulta, muitas mudanças acontecem ao mesmo tempo. Há rotina de trabalho, estudos, cuidado com a família e outras responsabilidades, o que reduz o tempo disponível para convivência e novas experiências sociais. 

Além disso, muitas pessoas acreditam que, nessa fase, o círculo social já deveria estar consolidado. Isso gera insegurança ou vergonha para iniciar novos vínculos. Situações como divórcio, mudança de cidade ou transformações na vida social também exigem recomeços. Nesses casos, reconstruir amizades parece desafiador, mas faz parte dos ciclos da vida. 

Como as redes sociais estão transformando as amizades? 

A tecnologia trouxe benefícios importantes. Ela facilita manter contato com pessoas de diferentes lugares e aproximar indivíduos com interesses semelhantes. Esse recurso pode ser muito positivo, especialmente quando a distância física dificulta o convívio. 

Por outro lado, também pode favorecer relações mais superficiais e uma falsa sensação de conexão. É fundamental observar se os vínculos ficaram restritos à rede social e se houve um afastamento dos contatos presenciais. A tecnologia auxilia, mas não substitui completamente a convivência real, o olhar direto e a presença concreta. 

Como as necessidades de amizade mudam ao longo da vida? 

Na infância, os amigos são importantes para brincar, aprender a compartilhar, esperar a vez e desenvolver a cooperação. Também ajudam a construir aspectos ligados à autoestima e ao pertencimento. 

Na adolescência, as amizades ganham ainda mais centralidade. Os grupos têm papel essencial no desenvolvimento da independência e da autonomia. Já na fase adulta, se torna      mais difícil manter vínculos, mas o número de amigos tende a diminuir enquanto a qualidade das relações aumentar. 

No envelhecimento, a amizade continua tendo valor. Ela estimula habilidades cognitivas, protege do isolamento, da depressão e da perda de funcionalidade. Em todas as fases, portanto, a amizade acompanha necessidades diferentes, mas segue sendo relevante. 

Quais sinais indicam que a rede de apoio está fragilizada e como reconstruí-la depois de se afastar dos amigos? 

Os sinais costumam aparecer de forma gradual e silenciosa. Entre eles estão evitar atividades sociais que antes faziam parte da rotina, sentir que precisa fazer tudo sozinho     , passar os períodos de descanso isolado e sentir vergonha de procurar ajuda. 

Esses comportamentos merecem atenção porque indicam um enfraquecimento da rede de apoio. Quando isso acontece, a pessoa tende a ter menos recursos emocionais para lidar com frustrações, perdas e situações de estresse. 

O afastamento acontece por diversos fatores, mas, apesar disso, não precisa ser definitivo. É importante entender que os vínculos mudam ao longo da vida e que pequenos gestos auxiliam a se reaproximar de pessoas. 

Retomar o contato, enviar uma mensagem, aceitar um convite ou dar o primeiro passo para uma conversa faz a diferença. A rede social é uma aliada nesse processo, desde que usada de forma consciente. Recomeçar não significa apagar o passado, mas abrir espaço para novas possibilidades de relação. 

Qual mensagem você deixaria para quem considera a amizade algo secundário? 

Às vezes, só percebemos a importância de uma amizade quando ela falta. Amigos dividem os momentos felizes, mas também estão presentes nos períodos difíceis e nas fases de maior fragilidade. 

Uma experiência ruim pode acontecer, e isso não deve levar à generalização de que toda amizade será assim. Uma decepção não define as relações que ainda serão construídas. Amizade significa apoio, presença e a lembrança de que ninguém precisa enfrentar tudo sozinho. 

Em uma sociedade marcada por pressa, dispersão e mudanças constantes na forma de convivência, preservar vínculos segue sendo uma atitude simples, mas importante para a saúde mental. Cultivar amizades, retomar contatos e pedir ajuda quando necessário são gestos que fortalecem o cuidado com a vida e com o outro. 

Sobre o CEJAM       

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.   

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.   

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado novamente, em 2026, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.    

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro!  

 Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.

    
      
Informações à imprensa:     
Máquina     
cejam@agenciamaquina.com   

 

 

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